RETIRO XIX CAPÍTULO GERAL ORDINÁRIO
“E vós, quem dizem que eu sou”?
“Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo”.
Nossas Irmãs Capitulares estão vivenciando o Retiro Espiritual. Nesta manhã, reunimo-nos para elevar a Deus nosso louvor comunitário, conduzidas pela Irmã Maria Inês Vieira Ribeiro, mad. Durante a recitação da Liturgia das Horas, fomos motivadas a refletir sobre a pergunta que Jesus dirigiu aos seus discípulos: “E vós, quem dizem que eu sou?” Essa indagação nos inquieta, pois a resposta surge a partir da busca pessoal e da experiência de fé que construímos ao longo da caminhada.
A resposta a essa pergunta deve ser concreta, nascer do “chão da vida”. Para aprofundar essa dinâmica do discipulado de Jesus, as Irmãs foram convidadas a formar uma grande ciranda. Irmã Maria Inês orientou os passos necessários para manter a harmonia e girar a roda no compasso da melodia. No início, houve uma dificuldade em acompanhar o ritmo, mas à medida que repetiam os movimentos, a dança foi ganhando fluidez e beleza. Contemplar nossa vida pessoal e comunitária por meio da Dança Circular é profundamente significativo. Que o Divino Espírito Santo continue trazendo leveza e movimento a nossa Família Religiosa.
Irmã Beatriz Marques Dias
p/ Equipe de Comunicação
“E vós, quem dizem que eu sou”?
“Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo”.
Nossas Irmãs Capitulares estão vivenciando o Retiro Espiritual. Nesta manhã, reunimo-nos para elevar a Deus nosso louvor comunitário, conduzidas pela Irmã Maria Inês Vieira Ribeiro, mad. Durante a recitação da Liturgia das Horas, fomos motivadas a refletir sobre a pergunta que Jesus dirigiu aos seus discípulos: “E vós, quem dizem que eu sou?” Essa indagação nos inquieta, pois a resposta surge a partir da busca pessoal e da experiência de fé que construímos ao longo da caminhada.
A resposta a essa pergunta deve ser concreta, nascer do “chão da vida”. Para aprofundar essa dinâmica do discipulado de Jesus, as Irmãs foram convidadas a formar uma grande ciranda. Irmã Maria Inês orientou os passos necessários para manter a harmonia e girar a roda no compasso da melodia. No início, houve uma dificuldade em acompanhar o ritmo, mas à medida que repetiam os movimentos, a dança foi ganhando fluidez e beleza. Contemplar nossa vida pessoal e comunitária por meio da Dança Circular é profundamente significativo. Que o Divino Espírito Santo continue trazendo leveza e movimento a nossa Família Religiosa.
Irmã Beatriz Marques Dias
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Da Divína Providência